Aprender um pouco sobre o
taoísmo e iniciar a prática
da
meditação tem sido, para mim, mais um passo importante na minha
caminhada em direção a uma busca
interior profunda.
Senti uma forte identificação com o simbolismo
contido na filosofia, e tem sido muito gostoso identificar o universo
e os seus elementos dentro de mim mesma; a cada dia uma nova
descoberta... Uma grande contribuição no processo de
autoconhecimento.
Paralelo a isso, um mestre dedicado, que transmite
serenidade e muito carinho pelo que faz, torna mais prazeroso o
aprendizado.
Adriana Campello, escritora, aos 36 anos, em dezembro de
2007
Pratico Tai Chi faz algum tempo, e desde o início me
senti muito bem, gostei muito. Pouco depois, tive vontade de me
aprofundar, faltava alguma coisa. O que faltava, só descobri este ano,
eram os treinamentos internos, o Tao Yin.
O Antonio é muito didático, consegue deixar claro o
sistema de práticas transmitidas pelo mestre Liu Pai Lin, e entendemos
como o Tai Chi e o Tao Yin, o movimento e a serenidade,
se complementam.
Gosto muito das explicações com o auxílio do I Ching.
O mestre utilizava os seus hexagramas para explicar os treinamentos, de
uma forma muito mais viva que a encontrada nos livros, e em algumas
aulas o Antonio nos transmite essas explicações. É uma simbologia muito
bonita, e deixa tudo mais fácil de entender.
Nas aulas sempre há um espaço para tirar dúvidas e
comentar as experiências de cada um. É uma oportunidade
importante para receber orientação sobre qualquer dificuldade que
estivermos encontrando. As turmas são pequenas, há mais proximidade
entre professor e aluno, não fica uma coisa impessoal. O Antonio é uma
pessoa generosa, tem prazer em transmitir o que aprendeu com o mestre.
Outro diferencial importante: Antonio ensina os
treinamentos e também explica os seus benefícios. Assim,
vamos aprendendo a selecionar os mais importantes para cuidar de
nossa saúde, conforme as características e problemas de cada um.
Valeu muito a pena fazer o curso!
Rogério A. G. Ferreira, advogado, aos 33 anos,
em dezembro de 2007
"Luz dourada, atravesse o meu corpo!”, assim começa a
Oração, o primeiro passo para o aprendizado da meditação taoísta.
Sou praticante há pouco mais de dois anos. Esta prática me
trouxe muitos benefícios, especialmente porque chegando aos 40,
eu já não estava conseguindo levar a correria do dia-a-dia no mesmo
ritmo da época em que tinha 20. Para reduzir os efeitos do estresse
decorrente do trabalho, descobri que não havia nada melhor que parar
para meditar por uns vinte ou trinta minutos, para me revitalizar
e aumentar a disposição para as atividades do dia-a-dia. Minha
saúde também tinha melhorado, estava mais resistente a doenças como o
resfriado. Nessa época, considerava que meditar era como recarregar
as baterias.
Então passei a ter aulas com o professor Antonio Moreira,
que me trouxeram um novo ânimo à prática da meditação taoísta.
Tive a oportunidade de aprender várias técnicas ensinadas pelo mestre
Liu Pai Lin, como a circulação pelos seis centros de energia e pelos
oito meridianos extraordinários, muito importantes para despertar os
pontos energéticos do corpo, aumentar a sensibilidade e alcançar a
serenidade. Cada aula traz uma nova descoberta.
O aprendizado da meditação taoísta com o professor Antonio
Moreira é por em prática o que disse
Lao-Tzu há mais de dois mil
anos: “
Uma jornada de mil milhas começa com um simples passo."
Sérgio Sakata, bancário, aos 44 anos, em dezembro de 2007
Faço tai chi há 1 ano e
senti uma grande diferença em meu
bem-estar. Tinha muitas dores
nas costas por causa de uma escoliose, agora estou bem melhor. A prática
me proporcionou uma consciência corporal, e aprendi a
relaxar as
costas e os ombros.
Pratico também a meditação taoísta. Para mim o tai
chi e a meditação se complementam. Na meditação, fazemos alguns
exercícios para abrir os canais de energia, o que ajuda bastante a
desligar os pensamentos.
Quando não estou bem, me recolho na meditação. Sinto que
agora tenho um recurso que não está fora de mim. Ao contrário,
as respostas que procuro estão dentro de mim.
Léia Guimarães, editora assistente, aos 40 anos, em dezembro de 2007
Meu
encontro com o
Tai Chi Chuan e com a
meditação taoísta foi, por assim dizer,
intuitivo. Não conhecia a filosofia taoísta — como ainda não a conheço,
estou apenas começando a entendê-la — mas pensei que esse talvez fosse
um caminho para a minha
busca de um estado de espírito contrário
àquele que possivelmente provocara a enfermidade que me acometeu em
meados de setembro de 2006.
A maioria das pessoas que se vêem de repente diante da
possibilidade de deixar de existir relatam mudanças de atitude e de
pensamento. Comigo não foi diferente, exceto que a mudança não foi
repentina, ela está em pleno progresso.
Atéia, cética e cautelosa, nunca busquei respostas para
questões existenciais nem tampouco senti o vazio de que se fala quando a
procura pelo sentido da vida encontra caminhos pouco promissores. Por
outro lado, um sentimento desconhecido, uma vontade, quase uma
casualidade me aproximou do taoísmo.
O aprendizado da prática do Tai Chi Pai Lin e da
meditação taoísta a partir do meu encontro com o professor Antonio
Moreira — em quem confiei inexplicável e instantaneamente — se tornou
a mais preciosa ocupação do meu tempo não livre (conquistei o
direito a essas horas fazendo manobras na minha rotina).
Não sei se entendo bem o Tao nem sei se estou desfrutando
de todo o benefício possível que se obtém da prática de sua filosofia,
mas o bem estar que eu sinto ao fazê-lo é indescritível.
Embora sinta que os ideais de simplicidade e serenidade contidos
no conceito do vazio são o que eu devo eleger como metas, confesso que,
às vezes, penso que não sou capaz de alcançá-los por não ter
sensibilidade suficiente ou ser racional demais.
Também não sei se posso dizer que me tornei mais
espiritual, mas, com certeza, as práticas da meditação e do Tai Chi
estão me tornando
uma pessoa mais calma, mais tolerante, mais serena
e, em conseqüência, mais feliz.Carmen Takayama,
publicitária, aos 49 anos, em novembro 2007